Eu amo.
janeiro 2, 2012 3 Comentários
O problema da hipocrisia é que criticamos sem antes sentirmos tudo, se soubéssemos o que nos aconteceria não seríamos tão enfáticos.
E o que eu mais critico são clichês. Das datas comemorativas, dos feliz natais e feliz ano novos, é sempre a mesma mensagem. E é fácil criticar quando se assiste de fora.
E o amor é clichê. Felizmente, é daqueles clichês estilo Dragon Ball que, mesmo sem ter por que, te surpreendem a cada capítulo. Que comparação meiga, eu sou demais.
E já disse aqui que amaria de novo, tudo bem, não sou tão estúpido. Mas não me via tão bobo. Me condenaria, mas juro não me arrepender futuramente pela bobeira. Se é que isso faz qualquer sentido.
É muito mais fácil dar conselhos, mandar os amigos serem inteligentes e raciocinarem, quando o filme não é teu pra criticar. Já fiz tantos textos de bosta, que nem reviso mais pra não ter vontade de apagar. Eu estava chegando a algum lugar, eu acho…. um minuto. Ah, sim, os clichês. É bem mais fácil ser aberto, compreensivo e centrado quando, bem… quando não se ama desse jeito. E eu entendo vocês, pessoas normais.
Acho que tô chegando a nível de pessoa normal. Isso por si só vale um texto, mas acho que depois de um tempo o que a gente mais quer é ser mais um, principalmente quando ser diferente não significava ser feliz.
Eu tenho essa doença de precisar ser diferente, precisar superanalisar tudo o que tenho; eventualmente quando chego a algo próximo de uma conclusão, só sei que amo. Eu amo. Eu a amo.

“É muito mais fácil dar conselhos, mandar os amigos serem inteligentes e raciocinarem, quando o filme não é teu pra criticar.” olha eu ali gente iriri
um dia eu respondi pra alguém que perguntou porque eu ainda falava contigo: cara, ele é legal, eu juro. me disseram então que só eu via esse lado e eu se pá concordei, mas tinha certeza que um dia todo mundo ia ver. agora olha você ai.
huahauh concordo com o texto, olha que incrível.
Tás virando uma pessoa normal. Fico feliz e parabéns por isso, de verdade